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Filho caçula de Eyshila homenageia irmão com música sobre a saudade




A morte de Matheus Oliveira, filho da cantora Eyshila e do pastor Odilon Santos, inspirou seu irmão mais novo, Lucas, para compor uma canção em sua homenagem e lembrança.
Matheus, que completaria 18 anos na última segunda-feira, faleceu em decorrência de uma meningite viral. Sua mãe usou as redes sociais para mobilizar um exército de oração, e externou sua dor pela dura experiência da perda de um filho.
No dia que seria celebrado o aniversário de Matheus, Eyshila publicou uma espécie de desabafo sobre a dor da perda, mas o mesmo texto também foi um testemunho de sua fé na Salvação através de Jesus Cristo e a convicção de que a vida na eternidade permitirá um reencontro.
“Dia 4 de Julho de 1998 nascia o meu primogênito, Matheus Oliveira Santos. O parto estava marcado para o dia 7, porém ele decidiu nascer um pouco antes. Foi um misto de dor e emoção. O parto, que seria uma cesariana, acabou sendo normal, e foi uma experiência dolorosa, porém surpreendentemente maravilhosa. No dia 1 de Junho de 2016 Matheus adoeceu, e no dia 14 ele partiu para Deus. Descobrimos um nível muito mais elevado de dor: a dor da alma. Ela é invisível, porém insuportável. Ela sangra, mas a hemorragia não pode ser estancada por médicos mortais. Só o Espírito Santo tem o poder de curar essa dor”,escreveu Eyshila.
A cantora destacou que “não existe treinamento pra morte”, e que “primeiro fazemos a prova, depois aprendemos a lidar com ela”.
“Matheus não morreu, ele foi curado pra sempre. Agora o pecado não pode mais lhe tocar. E como mãe, eu quero agradecer ao Senhor pelo privilégio de ter sido escolhida pra cuidar dessa herança tão preciosa, por quase dezoito anos. Obrigada, Senhor! Valeu a pena! Meu filho não morreu! Ele é eterno, assim como é eterno o Deus que o formou. Assim como a dor do meu parto foi abreviada, eu profetizo que a dor do meu luto também será. Nenhuma dor é eterna. A vida sim, essa é eterna porque Jesus morreu e ressuscitou pra conquistar a eternidade das nossas vidas e a brevidade da nossa dor”, concluiu.


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