Você sabe qual é a diferença do voto distrital e parlamentarista ?




O voto distrital é, na mídia e nos meios políticos brasileiros, sinônimo de sistema eleitoral de maioria simples. Esse é um sistema em que cada membro do parlamento é eleito individualmente nos limites geográficos de um distrito pela maioria dos votos (simples ou absoluta). Para tanto, o país é dividido em determinado número de distritos eleitorais, normalmente com população semelhante entre si, cada qual elegendo um dos políticos que comporão o parlamento. Esse sistema eleitoral se contrasta com o voto proporcional, no qual a votação é feita para eleger múltiplos parlamentares proporcionalmente ao número total de votos recebido por um partido, por uma lista do partido ou por candidatos individualmente.
Há uma crescente pressão por mudança nos países que adotam esse sistema, como o Reino Unido.[2] Nos Estados Unidos da América (EUA), onde o movimento fair vote defende a representação proporcional, vários estados-membros promoveram reformas nos sistemas eleitorais, mas há preferência pelo sistema majoritário em escala federal.No Brasil democrático, o sistema distrital não teve defensores significativos até 1993. O projeto que defendia a adoção do sistema foi derrotado ainda na fase das subcomissões na constituinte de 1988.Atualmente, contudo, há um movimento civil apoiado por diversos setores da sociedade.

 Nos países parlamentaristas que possuem um Legislativo bicameral, geralmente essa responsabilidade se dá perante a câmara baixa. E falar que ele é responsável é o mesmo que dizer que o gabinete, encabeçado pelo primeiro-ministro, seguirá no exercício da chefia suprema do poder Executivo enquanto detiver a confiança do parlamento.A contrapartida do poder que o parlamento possui de derrubar gabinetes é a possibilidade de vir a ser dissolvido com a convocação de eleições antecipadas. Sem esse contraponto, se estimularia a derrubada irresponsável, açodada ou apressada de governos que ainda contam com o apoio da opinião pública.
São essas, pois, as características essenciais do sistema de Gabinete: o Gabinete, que exerce o poder Executivo, é uma delegação ou comissão do parlamento e  pode por ele ser derrubado. O parlamento, do seu lado, pode ser dissolvido mediante a convocação de eleições antecipadas por iniciativa do primeiro-ministro.




jus.com.br

Partidos articulam criação no Congresso de ‘fundo eleitoral’




Há quem defenda e quem critique o uso de verba pública para financiar as campanhas eleitorais. Do lado a favor, os principais argumentos são que o Fundo Partidário garante que todos os partidos tenham recursos para fazer suas campanhas e assim almejar alguma representação nas instâncias políticas. Dessa forma, o fundo fomenta uma maior diversidade partidária. O fundo também traz autonomia financeira para os partidos, que com esses recursos conseguem fechar suas contas.

Por outro lado, os contrários ao fundo criticam tanto seus critérios de distribuição, quanto as consequências negativas de sua existência. Segundo os critérios atuais, a maior parte dos recursos vai necessariamente para os partidos maiores, o que lhes dá vantagem sobre os menores. Outra crítica comum é que o dinheiro do fundo poderia ser destinado a áreas de maior prioridade, como serviços públicos em geral. Finalmente, há grupos que defendem o fim do financiamento público de campanhas porque esse recurso incentivaria a proliferação de partidos fisiológicos – partidos sem consistência ideológica, cujo fim seria apenas enriquecer seus membros.





www.politize.com.br

A cura do Brasil seria a volta dos militares no poder ?


Durante período ditatorial o Brasil teve o seu grande crescimento econômico. Transformou-se realmente em um pais e teve o respeito do mundo. 
Além do mais tinhamos segurança. A segurança Pública era prioridade do governo, não existia esta anarquia que hoje vivemos. O bandido não tinha mais valor e mais direitos que os cidadãos de bem. Hoje só vemos inversão de valor. Quem trabalha e é honesto vive na pior e só leva "ferro". Hoje quem comete um crime neste pais tem mais direitos e proteção que um cidadão de bem. Tente conseguir um advogado para defender sua causa, se conseguir terá que pagar caro. 



Antes de 1964 não havia concurso público. Todos os cargos eram preenchidos por políticos. Quem não estivesse afinado com um político, estava lascado. Veja que esse período está voltando. Lula já nomeou mais de 24 mil petistas na sua gestão sem concurso público. Para eles está uma maravilha, mas para quem se lasca de estudar, não tá bom não. 

A corrupção era extremamente discreta e em valor insignificante. Se o neguinho fosse apanhado com a boca na botija, os militares comiam o fígado dele. 

Ninguém andava assombrado, com medo de ladrão. Só andava assombrado quem fosse contra o regime militar. 




A favor da intervenção militar


  • A intervenção é necessária para acabar com a corrupção no Brasil. O governo militar é a única ou melhor forma de restaurar a ordem no país e recolocá-lo no caminho do desenvolvimento;


  • A Constituição Federal diz, no artigo 142, que “as Forças Armadas […] são instituições nacionais permanentes e regulares […] e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”. A partir desse texto, intervencionistas defendem que os militares possuem respaldo constitucional para tomar o poder, a fim de garantir os poderes, a lei e a ordem;
  • O regime militar brasileiro de 1964 a 1985 foi um período positivo da história brasileira, segundo favoráveis à intervenção militar. Segundo eles, o país viveu uma época crescimento econômico, baixa criminalidade e sem corrupção. Tudo isso teria relação com as políticas do governo militar;
  • Segundo os intervencionistas, há uma ameaça comunista sobre o Brasil e outros países latino-americanos (argumento que era mais comum durante o governo Dilma, do PT, partido historicamente de esquerda). Para preservar a ordem e evitar que o comunismo tome conta do país, é preciso que militares tirem do poder os grupos comunistas.


Contra a intervenção militar

O problema da corrupção existe dentro de qualquer governo, seja ele democrático ou autoritário. Por isso, é preferível que seja resolvido dentro da própria democracia, sem a remoção de liberdades e direitos fundamentais, e sim com transparência e maior qualidade do voto. Não seria, portanto, justificativa suficiente para intervenção militar;

  • O artigo 142 da Constituição não permite intervenção militar. Isso porque ele mesmo afirma que as Forças Armadas estão “sob a autoridade do presidente da República e seu comando”. Portanto, a intervenção seria inconstitucional sob qualquer ponto de vista, uma vez que configuraria insubordinação ao presidente;

  • O regime militar brasileiro foi uma ditadura. Durante esse período, houve supressão de direitos políticos e da democracia. Muitos foram mortos e/ou torturados por questões políticas. A economia experimentou crescimento, mas às custas de um grande endividamento externo e aumento da desigualdade social – base, afirmam economistas, de muitos dos problemas que temos ainda hoje no país. Por tudo isso, o governo militar instituído em 1964 não deveria servir de exemplo;
  • As evidências de uma articulação comunista no Brasil ou mesmo na América Latina não são conclusivas. Neste início de século XXI, governos de esquerda latino-americanos caracterizaram-se pela adoção de programas sociais, intervenção do Estado na economia e oposição aos Estados Unidos. Entretanto, a maioria manteve o respeito às regras democráticas de seus países.


Na sua opinião qual seria a solução para o Brasil ??






Escrivão Da PF Cita ‘Acordo De Colaboração’ De Maria Do Rosário



A deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) prestou depoimento à Polícia Federal em investiga suposto recebimento de caixa 2 da empreiteira Odebrecht para sua campanha. A parlamentar negou ter recebido qualquer valor indevido da empresa.





www.noticiasbrasilonline.com.br