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Após briga com eleitores, Sheherazade diz que nunca teve empatia política por Bolsonaro

                                                                   Créditos da foto : Dabeme Tv

A jornalista Rachel Sheherazade disse em entrevista à jornalista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, que, em nenhum momento apoiou o candidato Jair Bolsonaro. “O que efetivamente defendi foi o cidadão Jair Bolsonaro, e numa ocasião bem específica: quando acusado de estuprador pela deputada Maria do Rosário [PT-RS]”, declarou.
A relação da jornalista com o pré-candidato veio à tona nesta semana depois que a apresentadora do Jornal do SBT publicou em seu Twitter o levantamento realizado pelo jornal “Folha de São Paulo” que indicou o crescimento do patrimônio de Bolsonaro na vida política.Segundo ela, o fato é que jamais teve qualquer ligação, “nem mesmo de empatia política”, por Bolsonaro.
Como legenda, ela escreveu: “Bolsonaro e Lula: os ‘opostos’ cada vez mais parecidos”. A publicação resultou em uma uma briga feia com os eleitores do deputado federal.




jornalopcao.com.br

Vereador de Sarandi vai parar na delegacia por cumprir o seu papel de fiscalizador.

Olá meus amigos aqui é o Henrique .

Qual é o papel do vereador ?


                                                           Créditos da foto : Sarandipr.com

Não é fiscalizar !
Pois é em Sarandi(Paraná )O Prefeito da cidade registrou um (b.o)contra um vereador por causa de perseguição política,você não leu errado é isso mesmo .



Tudo o por que : O Vereador conhecido como (Mineiro)estava pegando no pé do prefeito,devido algumas situações do município que estava as coxas e as direita.
Chega a ser Caricato o Vereador não poder exercer o seu papel,mais em sarandi esse não é o primeiro caso,pelas informações também não será último .
O Vereador disse : Que apenas está cumprindo o seu papel ao qual foi eleito,jamais cobra a administração por interesses ou perseguição política.

Conheça quem serão os desembargadores que farão o julgamento de Lula.

                                                                                                       Créditos da foto : Carta Capital


A 8.ª Turma Criminal do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4) vai julgar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na quarta-feira, 24. Os desembargadores João Pedro Gebran Neto, Leandro Paulsen e Victor Luis dos Santos Laus vão decidir se mantêm a condenação ou absolvem o petista.
Em julho do ano passado, Lula foi condenado pelo juiz federal Sérgio Moro a nove anos e seis meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro no caso triplex.
Após a decisão do TRF-4 e recursos junto à Corte, é que, de fato, Lula poderá ter prisão decretada e se tornar inelegível em 2018, se sua condenação criminal for confirmada e seu nome cair na Lei da Ficha Limpa - jurisprudência do Supremo Tribunal Federal considera que tais restrições, a criminal e a eleitoral, são aplicadas a condenado por segundo grau judicial.

VEJA QUEM SÃO OS DESEMBARGADORES

João Pedro Gebran Neto
Relator da Lava Jato no TRF-4. Nascido em Curitiba, 52 anos, formado pela Faculdade de Direito da capital paranaense, Gebran tem pós-graduação em Ciências Penais e Processuais Penais pela UFPR (Universidade Federal do Paraná) e mestrado em Direito Constitucional, também concluído na UFPR. Foi promotor de Justiça do Paraná e juiz federal desde 1993. Atuou no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná no biênio 2006-2008.Ingressou no TRF4 em dezembro de 2013.
Leandro Paulsen
O desembargador é o revisor da Lava Jato na 8.ª Turma. Aos 47 anos, natural de Porto Alegre, ele é formado pela PUC/RS. É especialista em Filosofia e Economia Política pela mesma universidade. É mestre em Direito do Estado e Teoria do Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e doutor em Direitos e Garantias do Contribuinte pela Universidade de Salamanca/Espanha.
Paulsen ingressou na magistratura federal em 1993, na Justiça Federal de Porto Alegre, tendo sido vice-diretor do Foro da Seção Judiciária do RS (1998-1999) e diretor do Foro (1999 e 2000). Atuou como juiz auxiliar no Supremo Tribunal Federal entre 2010 e 2011. Ingressou no TRF4 em dezembro de 2013.
Victor Luis dos Santos Laus
Victor Laus, 54 anos, natural de Joaçaba (SC), é formado em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina. Foi promotor de Justiça antes de assumir o cargo de Procurador da República, no qual atuou por dez anos. Em 2002, assumiu a vaga de desembargador do TRF4 destinada ao Ministério Público Federal
Foi membro do Conselho de Administração do TRF4 entre 2011 e 2013 e coordenador dos Juizados Especiais Federais em 2013. Atualmente, é o coordenador do Sistema de Conciliação da Justiça Federal da 4.ª Região. É o atual diretor da Escola da Magistratura do TRF4, no biênio 2017-2019.








otempo.com.br

23 senadores investigados na Lava Jato ficam sem foro privilegiado se não se elegerem em 2018



Vinte e três senadores alvos da Operação Lava Jato – ou de desdobramentos da investigação – ficarão sem o chamado foro privilegiado se não se elegerem em 2018.
O número de parlamentares nessas condições é quase metade dos 54 senadores cujos mandatos terminam neste ano.
O foro por prerrogativa de função, o chamado "foro privilegiado", é o direito que têm, entre outras autoridades, presidente, ministros, senadores e deputados federais de serem julgados somente pelo Supremo.
Sem isso, os senadores passariam a responder judicialmente a instâncias inferiores. Como alguns são alvos da Lava Jato, poderiam ser julgados pelo juiz Sérgio Moro, responsável pela operação em Curitiba.
Nas eleições gerais de outubro, dois terços (54) das 81 cadeiras do Senado serão disputadas pelos candidatos. Os mandatos de senadores são de oito anos – para os demais parlamentares, são quatro.
A cada eleição, uma parcela do Senado é renovada. Em 2014, houve a renovação de um terço das vagas (27). Cada unidade federativa elegeu um senador.
Neste ano, duas das três cadeiras de cada estado e do Distrito Federal terão ocupantes novos ou reeleitos.