5 Motivos para Votar em Jair Bolsonaro para Presidente em 2018

Vamos aos 5 fatos e motivos pelos quais devemos votar em Jair Bolsonaro para Presidente em 2018:

1)- Motivo 1: Bolsonaro é um político de direita conservador:


A esquerda teve sua chance, tanto no mundo, como no Brasil, onde lhe foram dados quatro mandatos consecutivos, algo inédito em nossa história. Está esgotada e descreditada em todos os níveis: Moral e governamental. Diversas pesquisas mostram que o povo é conservador em seus valores morais. Por valores morais entenda-se: Resultado de uma cultura judaico-cristã, com liberdade total de expressão, economia livre, proteção da propriedade privada, incentivo ao desenvolvimento filosófico e cultural.
 Uma das bandeiras dos ESQUERDISTAS é conter o avanço do CONSERVADORISMO, mas como pretendem fazer isto ? Na base do grito? Da violência, ou nos argumentos ? realmente a esquerda no Brasil “DEMONIZOU o pensamento liberal”, sem entrar no mérito, e foge da discussão por não ter argumentos para enfrentar esse outro modo de pensar, portanto, é lamentável tudo isto, pois nada de verdadeiro pode ser alcançado desta forma. O Verdadeiro Conservadorismo é este conjunto de bons valores e sentimentos herdados, esta maneira de ver o mundo e compreender a ordem social segundo uma tradição constante e correta de interpretar os acontecimentos à luz da Palavra de Deus. Ora, segundo o grande teórico do Conservadorismo Russell Kirk, no seu Dez Princípios Conservadores, o conservador acredita na natureza humana, em princípios morais sólidos, fundamentados na tradição de nossa civilização, uma ordem moral que herdamos de nossos antepassados e sobre a qual construímos o nosso presente, tendo em vista o futuro, o conservador crê no valor da tradição, dos costumes, e sobre este alicerce firme assenta sua opinião política, desejosa sempre da ordem social e do bem comum. E como Cristão, sou adepto e defensor dos princípios morais fundamentais do Cristianismo, pois está historicamente provado que Moral Cristã é o melhor que há para o desenvolvimento das virtudes, para uma vida digna e para a constituição de uma ordem moral e social justa e correta de uma sociedade. O capitalismo do século XIX era realmente uma coisa abominável, com um nível de exploração inaceitável. As pessoas com espírito de solidariedade e com sentimento de justiça se revoltaram contra aquilo. O Manifesto Comunista, de Marx, em 1848, e o movimento que se seguiu tiveram um papel importante para mudar a sociedade.A luta dos trabalhadores, o movimento sindical, a tomada de consciência dos direitos, tudo isso fez melhorar a relação capital-trabalho.O que está errado é achar, como Marx diz, que quem produza riqueza é o trabalhador e o capitalista só o explora. É bobagem. Sem a empresa, não existe riqueza. Um depende do outro. O empresário é um intelectual que, em vez de escrever poesias, monta empresas. É um criador, um indivíduo que faz coisas novas.A visão de que só um lado produz riqueza e o outro só explora é radical, sectária, primária. A partir dessa miopia, tudo o mais deu errado para o campo socialista. O capitalismo não é uma teoria. Ele nasceu da necessidade real da sociedade e dos instintos do ser humano. A força que torna o capitalismo forte e resistente vem dessa origem natural indiscutível. O capitalismo só seria excludente na medida em que o agente econômico só tivesse o que reclamar, e nunca o que oferecer. Tal situação é exceção para a maioria dos agentes econômicos, e não a regra. Já o capitalismo é justamente o sistema econômico mais sustentável, já que sua lógica interna é a do custo da escolha econômica recair sobre o agente que age e não sob terceiros, o que induz o agente a escolher de maneira racional como agir economicamente. É o Estado e o custo socializado da escolha econômica que gera, de maneira exponencial, a insustentabilidade do uso dos bens sociais.É óbvio que um governo central com seis burocratas dirigindo um país não vai ter a capacidade de ditar rumos a esses milhões de pessoas. 



 
Quanto ao debate relacionado à privatização, cumpre chamar a atenção para o fato do PT sempre ceder à velha dicotomia impregnada em seus discursos envolvendo estatização e privatização. O partido sempre tentou passar a imagem de que havia uma luta do bem (estatização) contra o mal (privatização). O verbo privatizar foi satanizado por muitos petistas, deixando a ideia de que o interesse público somente seria preservado através da manutenção da atuação estatal sobre a atividade produtiva do País. Além disso temos exemplos de geração de empregos e eficiência de gestão como a Vale do Rio Doce hoje conhecida apenas como Vale segue um trecho retirado do site The Tops Tips do editor Paulo Eduardo que mostra bem a situação da Vale antes e depois da privatização:


“A vale foi privatizada há dez anos. Mais especificamente de 2000 para cá, a Vale comprou 16 empresas no Brasil e no exterior. Fez parcerias com a China. Prospectou negócios na África. Em 2006, comprou a canadense Inco por US$ 13 bilhões (maior negócio já feito por uma empresa latino-americana). Além disso, explora outros metais e até energia elétrica. O número de empregados multiplicou-se por cinco: são 56 mil funcionários e 620 mil empregos indiretos. O Estado arrecada R$ 4 bilhões de impostos com a Vale. O seu valor de mercado é dez vezes mais que antes da privatização, US$ 115 bilhões.”



Isso mostra o quanto é eficiente uma privatização como foi a da Siderurgica Nacional que de empresa deficitária passou a ser lucrativa, gerando mais empregos e rendas. Além disso a privatização acaba com o poder de barganhas dos partidos com seus cargos de livre nomeação onde nem sempre é contratado o mais competente para o cargo e sim o cabo eleitoral mais esforçado. Ou seja, a privatização não é um vilão, na maioria das vezes ela coloca ordem na casa, tira poder de barganha e isso incomoda os políticos.





 






Não tem cabimento. No Bonde da História prevalece sempre a razão, e assim caminha a humanidade, pois não acredito em cultura e nem em ideologia de escritório, ou seja, naquelas criadas em uma sentada ou canetada por pseudo iluminados, mas naquela testada na história da humanidade com tentativas de erros e acertos e naturalmente prevalecida, pois este tal Comunismo dito científico, de científico não tem absolutamente nada, pois tudo que é científico se caracteriza pela repetibilidade em laboratório, coisa que nenhum laboratório social Comunista mundo afora em suas tentativas de implantação o fez até agora, pois tudo descambou em ditaduras sanguinárias e desumanas de esquerda.






Há realmente muito pouca gente interessada em demonstrar as vantagens e, principalmente, o lado moral e ético do capitalismo.Poucos se dão conta, por exemplo, de que, no livre mercado, os indivíduos só são recompensados quando satisfazem as demandas dos outros, ainda que isso seja feito exclusivamente visando aos próprios interesses.
 



Ao contrário de outros modelos, o capitalismo não pretende extinguir o egoísmo inerente à condição humana, porém nos obriga constantemente a pensar na satisfação do próximo, se quisermos prosperar. Além disso, para obter sucesso em grande escala, você tem de produzir algo que agrade e seja acessível a muitas pessoas, inclusive aos mais pobres, e não apenas aos mais abastados.

 


Sob todos os aspectos o capitalismo é bem melhor do que o socialismo. Deveríamos bater mais nessa tecla de que a superioridade moral também é espantosa, e que um abismo intransponível separa um modelo baseado em trocas voluntárias, de outro voltado para a “igualdade” forçada, que leva ao caos e à degradação de valores básicos da civilização.Quando você abastece seu carro, ou quando o avião aterrissa, escutamos o piloto agradecendo pela escolha da companhia aérea. Não por acaso, quando um cliente entra numa loja, a primeira coisa que ouve do vendedor é: “Em que posso ajudá-lo?”. E a última coisa que ambos dizem, depois de uma compra, é um duplo “obrigado!”. Um sinal inequívoco de que aquela transação foi vantajosa para ambos”, pois nesta relação é satisfeito o princípio: de cada um conforme a sua capacidade, e para cada um conforme a sua necessidade”.



O capitalismo fortalece os laços de cooperação e cordialidade, enquanto o socialismo leva ao cinismo, à inveja e ao uso da força para se obter o que se demanda. É verdade que o capitalismo produz resultados materiais bem superiores, mas esse não é “apenas” seu grande mérito: ele é também um sistema bem melhor sob o ponto de vista moral. 





No capitalismo quem chega ao topo, estão mais ligadas às questões do mérito individual, enquanto na burocracia socialista elas dependem de favores e da coação.No socialismo, os que chegam ao topo são os piores, os mais cínicos e mentirosos, os populistas, os bandidos, os exploradores, os inescrupulosos.Vide no Brasil petista, ou na Venezuela de Chávez e Maduro, ou em Cuba.

O empreendedorismo, que é incentivado  em qualquer pais capitalista, no Brasil é uma prática quase proibitiva, pois abrir uma empresa no Brasil é algo extremamente difícil, com uma burocracia e carga tributária pesadíssima, fechar esta mesma empresa então, é quase impossível.



Não é necessário essa dicotomia no capitalismo como existe no socialismo de mercado-solidariedade, muito pelo contrário, ou seja, não é da benevolência, ou solidariedade do açougueiro que a comida chega a minha mesa, mas da busca recíproca de satisfações minhas e dele, ou seja, não precisamos da benevolência, ou solidariedade de governos, ou empresários para ter minhas demandas atendidas, mas do mercado competitivo, é assim que são satisfeitas as nossas necessidades e preferências numa economia livre.



2)- Motivo 2: O Bolsonaro apresentado e deformado pela mídia, não é o verdadeiro


O CQC por exemplo manipulou TODAS as entrevistas do Bolsonaro, editando trechos e dando a impressão falsa é claro, de que ele é "racista" e "homofóbico". É óbvio que tudo isso é jogada da mídia pra tentar descaracterizá-lo como DIREITOPATA. Não podemos negar que não existam gente dessa mentalidade em nosso meio,só que não são maioria. Nem são a totalidade, como querem FORÇAR propositalmente o discurso esquerdista, que sempre os chamam de classe BURGUESA, “elite” ou classe dominante, exploradores, porcos capitalistas, etc.Na direita, existe no máximo, na pior das hipóteses, pessoas INSENSÍVEIS às necessidades e problemas alheios, achando que elas não podem nem devem fazer nada, e que seja cada um cuide de si e esperar que Deus seja por todos (o que não é certo). Se algum direitista fizer isso, deve ser alguém anormal, pois pessoas normais não fazem isso de forma ideológica como fazem os esquerdistas. Entre os esquerdistas, a distorção e a duplicidade, a falta de valores, onde eles e seus interesses é que são o fiel da balança, é comum isso ocorrer, devido ao FANATISMO IDEOLÓGICO, proporcionando uma cegueira e a insensibilidade moral que não os permite discernir verdade da mentira, erro e acerto. Como eles se tornam fanáticos iludidos pela ideologia esquerdista, distorcem a realidade, e invertem os fatos para defender ou amoldar as circunstâncias à sua ideologia, portanto, isso se configura PSICOPATIA AGUDA, GRAVE.São pessoas perigosas, dispostas a usarem todos os meios para atingirem seus fins ideológicos, sem nenhum senso moral ou de discernimento entre fato e imaginação de seus desejos e devaneios e anseios totalitários políticos. Querem destruir a civilização para criar um mundo à sua própria imagem e semelhança. 











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