Após Dilma, movimentos agora querem derrubar Estatuto do Desarmamento

O fim do Estatuto do Desarmamento como forma de tirar do Estado o "monopólio da segurança" e permitir ao cidadão, ainda que sob regras, a posse de armas, é a nova pauta dos movimentos políticos que atuaram nas ruas de todo o Brasil pela derrubada da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) no ano passado. Nesta segunda-feira (13), os principais movimentos anunciaram a retomada dos protestos no dia 26 de março após uma pausa de quase quatro meses desde o último, realizado em dezembro –contra o então presidente do Senado e atual líder do PMDB, Renan Calheiros (AL).

Desta vez, além da revogação do estatuto, os movimentos prometem defender o apoio à Operação Lava Jato e ao fim do foro privilegiado –ainda que isso não signifique, segundo lideranças, se opor diretamente à elevação de Moreira Franco à condição de ministro da Secretaria-Geral da Presidência. Nos últimos dias, ações populares regionais e mandados de segurança impetrados no STF (Supremo Tribunal Federal) questionaram a nomeação ao indicar que ela visaria a garantir foro privilegiado ao peemedebista, citado mais de 30 vezes em delações da Lava Jato.




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